sábado, 20 de junho de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
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sábado, 25 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
BELADONAS

E as beladonas! Tantas! Havia-as em todos os canteiros. Brotavam da terra, misteriosas e perfumadas, vestidas de seda cor-de-rosa, aqui e ali, por toda a parte, às vezes até nas ruas do jardim! Nas ruas... que escândalo! - comentava o gesto brutal do velho jardineiro, arrancando-as e atirando-as para o lado sem piedade. Coitadinhas!... Tantas! Sem uma folha: a haste direita e o palmito ao alto! Toda a seiva se desentranhou em cor e perfume. Elas, todas, apenas são corola e alma! E as beladonas, toda a gente sabe, só brotam da terra, misteriosas e perfumadas, vestidas de seda cor-de-rosa, em Setembro.
Florbela Espanca, As Orações de Soror Maria da Pureza (conto)
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sábado, 17 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Óbidos e os Lusíadas
Padrão Camoneano
Foi projectado pelo arquitecto Raul Lino e inaugurado em 1932.
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Que cidade tão forte porventura
Haverá que resista, se Lisboa
Não pôde resistir à força dura
Da gente cuja fama tanto voa?
Já lhe obedece toda a Estremadura,
Óbidos, Alenquer (por onde soa
O tom das frescas águas entre as pedras,
Que, murmurando, lava) e Torres Vedras.
Luís de Camões, Os Lusíadas
[Canto III, estrofe 61]
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
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